casamento

Antes de separar, pense no que mudou

But don’t you remember?
Don’t you remember?
The reason you loved me before, Baby, please remember me once more…

Don’t you remember, Adele

amor

Casamento nem sempre é um mar de rosas. Nem  sempre é como a gente sonhou. Um dia a gente acorda e vê que ao invés de principe, tem um ogro do lado. E um dia ele acorda e vê que a princesa virou rã. Sem contar as brigas, contas, problemas que chegam aos montes. A falta de intimidade, cumplicidade e a rotina desgastante. Alguns casamentos não aguentam isso.

Dai começa o jogo da culpa, um joga pro outro.

Será que não é hora de sentar e ao invés de falar, simplesmente ouvir o que seu parceiro tem a dizer? É tão mais fácil culpar o outro pelo fracasso do casamento, mas e voce? Vamos parar pra pensar no que mudou em voce que já não se interessa mais por ele, já não sente mais aquela atração de antes, não vê com bons olhos nada que ele faz ou reconhece os esforços dele pra te agradar? Vamos mais fundo um pouquinho. O que aconteceu com seu corpo, sua auto estima. Será que voce não se deixou influenciar pelo comodismo de já ter um marido e parou de se cuidar? Será que voce ainda é interessante pra ele? E seus assuntos, sobre o que costuma falar – se é que fala, além de reclamar, porque vamos combinar amiga que homem nenhum aguenta chegar em casa e ser recebido por uma mulher rabugenta que reclama de tudo e todos…

E isso vale pra nós e pra voces viu meninos? Mas é claro que é dificl pra gente reconhecer essas coisas. Então fica a dica, de repente é bacana uma terapia de casal ou mesmo individual ou grupo, seja lá qual for, existem saidas e saidas pra descobrir não o erro do outro, mas o nosso.

Quando a gente se conhece fica mais facil conviver com qualquer pessoa e todos saem ganhando…

Sempre vale a pena tentar de novo…

Vi no face e achei tão lindo que vim compartilhar aqui:

colo

Imagem: O jovem e o mundo

Naquela noite,enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer”. Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Porquê?” Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou “você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e volteia dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio”, disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho “Não conte para o nosso filho sobre o divórcio” Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito,eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha
envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela.
Por uns segundos,cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior como corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse “Todos os meus vestidos estão grandes para mim”. Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso… ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração… Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse “Pai, está na hora de você carregar a mamãe”. Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo.
Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas.Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras:”Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo”.
Eu não consegui dirigir para o trabalho… fui até o meu novo futuro endereço,saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia… Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela “Desculpe Jane. Eu não quero mais me divorciar”.
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa “Você está com febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti “Desculpe,Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe”.
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama, morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio – e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher compartilhar para alguém, talvez salve um casamento. Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir…
Valorize quem realmente te ama … Pense nisso …

Casamento

Sábado meu sobrinho casou, foi um dos dias mais felizes da minha vida, não só pela honra de ser madrinha dele, mas pela beleza da cerimônia, da festa. Tentei segurar o choro, mas não consegui, me consola que não fui a única…rssss…até meu marido chorou. Começou quando meu sobrinho chegou carregando um terço e um camafeu com a fotinho da minha mãe (a gente sabe que ela estava lá) e depois, quando o Felipinho entrou com a daminha, tão fofo, tão ‘hominho’ com aquele terninho… mas a coisa babou quando a noiva entrou, linda, parecia uma visão! Acabou com agente o choro do meu cunhado enquanto eles se abraçavam e acabou mais ainda, quando o irmão, quebrou o “protocolo” e  saiu do lugar onde estava pra abraçar o noivo e melhor amigo dele. Foi lindo, lindo, lindo! Eles pensaram em tudo, do tapete vermelho ao “kit de primeiros socorros” nos banheiros. O atendimento do bufê foi maravilhoso. A comida estava ma-ra-vi-lho-sa!!! Dancei muuuito! Fazia muito tempo que não me divertia assim. Teve muitos momentos lindos, inesqueciveis. Aqui tem umas fotinhos, vou colocar o resto no facebook depois:

Desejos da semana

Paciência, sabedoria, saúde e muito trabalho.
Final de semana rolou um ‘clima’ com marido, faz parte e já tá tudo bem (ou quase). Fato que a gente precisa se organizar e eu preciso trabalhar…mais…de verdade, com gosto, porque não tenho me dedicado tanto quanto gostaria, ele não cobrou até agora, mas sei que faz falta – sempre tive opções mas escolhi ‘nenhuma’, não que ser dona de casa seja desmerecedor, até porque nunca fui só dona de casa, mas agora estamos com uma reforma pra fazer e por mais que ele se esforce, fica difici resolver sozinho, “vamos dar um jeito” é a resposta de sempre, mas isso cansa. E tem os sonhos, até quando vamos engavetar os sonhos? Se eu tenho os meus, ele tambem tem os dele e parceiria é isso, um ajuda o outro porque se a gente não lutar junto, vai acabar separado. “A gente tem de pensar no futuro” disse ele, naquele momento frustrante em que o homem precisa que a mulher seja a forte da relação e o que eu posso fazer? a minha parte, porque agora, ele que precisa de mim…

{…só por hoje agradeço a Deus por ter dificuldades e não reclamar, mas agradecer por termos condições de resolver…}

Casamento

texto de “ARTUR  DA TÁVOLA

 

Aos  que não casaram,
A
os  que vão casar,
Aos  que acabaram de casar,
Aos  que pensam em se  separar,
Aos  que acabaram de se  separar.
Aos  que pensam em voltar…

Não  existem vários tipos  de amor, assim como  não existem três tipos  de saudades, quatro  de ódio, seis espécies  de inveja.
O  AMOR É ÚNICO, como  qualquer sentimento, seja  ele destinado a familiares,  ao cônjuge ou a  Deus.
A  diferença é que, como  entre marido e mulher  não há laços de  sangue, a   SEDUÇÃO tem  que ser ininterrupta…
Por  não haver nenhuma garantia  de durabilidade, qualquer  alteração no tom de  voz nos fragiliza, e  de cobrança em cobrança,  acabamos por sepultar  uma relação que poderia SER  ETERNA.
Casaram.  Te amo pra lá,  te amo pra cá.  Lindo, mas insustentável.  O sucesso de um  casamento exige mais  do que declarações  românticas.
Entre  duas pessoas que resolvem  dividir o mesmo teto,  tem que haver muito  mais do que amor,  e às vezes, nem  necessita de um amor  tão intenso. É preciso  que haja, antes de  mais nada, RESPEITO.
Agressões  zero.
Disposição  para ouvir argumentos  alheios. Alguma paciência…  Amor só, não basta.  Não pode haver competição.  Nem comparações. Tem  que ter jogo de  cintura, para acatar  regras que não foram  previamente combinadas. Tem  que haver BOM  HUMOR para  enfrentar imprevistos, acessos  de carência, infantilidades. Tem  que saber levar. Amar  só é pouco.
Tem  que haver inteligência.  Um cérebro programado  para enfrentar tensões  pré-menstruais, rejeições,  demissões inesperadas, contas  para pagar.
Tem  que ter disciplina para  educar filhos, dar exemplo,  não gritar.
Tem  que ter um bom  psiquiatra. Não adianta,  apenas, amar.
Entre  casais que se unem, visando à longevidade  do matrimônio, tem  que haver um pouco  de silêncio, amigos  de infância, vida própria,  um tempo pra cada  um.
Tem  que haver confiança.  Certa camaradagem, às  vezes fingir que não  viu, fazer de conta  que não escutou. É  preciso entender que  união não significa,  necessariamente, fusão.
E  que amar "solamente",  não basta.
Entre  homens e mulheres que  acham que O  AMOR É SÓ POESIA, tem  que haver discernimento,  pé no chão, racionalidade.  Tem que saber que  o amor pode ser  bom pode durar para  sempre, mas que sozinho  não dá conta do  recado.
O  amor é grande, mas  não são dois.
Tem  que saber se aquele  amor faz bem ou  não, se não fizer  bem, não é amor.  É preciso convocar  uma turma de sentimentos  para amparar esse amor  que carrega o ônus  da onipotência.
O  amor até pode nos  bastar, mas ele próprio  não se basta.
Um  bom Amor aos que  já têm!  
Um  bom encontro aos que  procuram!  
E  felicidades a todos  nós!