Amor e Sexo

Antes de separar, pense no que mudou

But don’t you remember?
Don’t you remember?
The reason you loved me before, Baby, please remember me once more…

Don’t you remember, Adele

amor

Casamento nem sempre é um mar de rosas. Nem  sempre é como a gente sonhou. Um dia a gente acorda e vê que ao invés de principe, tem um ogro do lado. E um dia ele acorda e vê que a princesa virou rã. Sem contar as brigas, contas, problemas que chegam aos montes. A falta de intimidade, cumplicidade e a rotina desgastante. Alguns casamentos não aguentam isso.

Dai começa o jogo da culpa, um joga pro outro.

Será que não é hora de sentar e ao invés de falar, simplesmente ouvir o que seu parceiro tem a dizer? É tão mais fácil culpar o outro pelo fracasso do casamento, mas e voce? Vamos parar pra pensar no que mudou em voce que já não se interessa mais por ele, já não sente mais aquela atração de antes, não vê com bons olhos nada que ele faz ou reconhece os esforços dele pra te agradar? Vamos mais fundo um pouquinho. O que aconteceu com seu corpo, sua auto estima. Será que voce não se deixou influenciar pelo comodismo de já ter um marido e parou de se cuidar? Será que voce ainda é interessante pra ele? E seus assuntos, sobre o que costuma falar – se é que fala, além de reclamar, porque vamos combinar amiga que homem nenhum aguenta chegar em casa e ser recebido por uma mulher rabugenta que reclama de tudo e todos…

E isso vale pra nós e pra voces viu meninos? Mas é claro que é dificl pra gente reconhecer essas coisas. Então fica a dica, de repente é bacana uma terapia de casal ou mesmo individual ou grupo, seja lá qual for, existem saidas e saidas pra descobrir não o erro do outro, mas o nosso.

Quando a gente se conhece fica mais facil conviver com qualquer pessoa e todos saem ganhando…

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Você sabe o que ele quer?

amor

Na terapia temos tratado muitas questões, básico né? uma delas é a conversa entre marido e mulher. Passei a observar que eu falava mais por aqui e frequentemente quando ele falava alguma coisa eu interrompia ou saia ou simplesmente não dava atenção. Não me interessava tanto pelas coisas dele, quanto ele pelas minhas, mas eu não percebia isso, achava que era toda atenciosa com ele.

Mas claro, se ele fizesse o mesmo comigo, o coro comia né? aí dele se olhasse pra televisão enquanto eu estivesse falando alguma coisa…

Antes eu costumava discutir com ele, ouvir suas reclamações, sonhos, planos, etc…mas não compartilhava coisas simples do dia a dia dele. Graças a Deus comecei a mudar isso. Passei a dar atenção que ele precisava e é engraçado como ele voltou a ser interessante pra mim, como a gente começou a rir mais, fazer mais planos. Na verdade, eu descobri coisas sobre o meu marido que não sabia.

Então, meu conselho de hoje é: dê atenção pra pessoa que está com você, ela pode ser muito mais interessante do que você imagina.

Comece devagarinho, pergunte do seu dia, se interesse pelos sonhos dele, as fantasias, planos, problemas. Seja sincera. Evite reclamar o tempo todo – a gente costuma fazer isso, e muito! não somos as únicas que tem problemas, eles tambem tem. Aproveite pra abrir uma cerveja (se gostar) ou tomar um suco.

Meu marido diz que sou a melhor amiga dele, acho legal isso. Ele prefere vir pra casa conversar comigo do que ir pro bar conversar com os amigos – fala se isso não é bom? E quando a gente sai, estamos conectados, ligados e olha que faz pouquissimo tempo que comecei a trabalhar isso em mim…

Ironicamente, desde que comecei a fazer isso, ele tambem passou a se interessar mais por mim. É aquela velha historia, a pessoa percebe que algo está mudando e fica curiosa, quer saber mais de voce, o que esta acontecendo, pensando, fazendo…é delicioso!!

Experimenta pra ver…

Beijão, até a próxima!

Sempre vale a pena tentar de novo…

Vi no face e achei tão lindo que vim compartilhar aqui:

colo

Imagem: O jovem e o mundo

Naquela noite,enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer”. Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Porquê?” Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou “você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e volteia dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio”, disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho “Não conte para o nosso filho sobre o divórcio” Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito,eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha
envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela.
Por uns segundos,cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior como corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse “Todos os meus vestidos estão grandes para mim”. Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso… ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração… Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse “Pai, está na hora de você carregar a mamãe”. Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo.
Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas.Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras:”Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo”.
Eu não consegui dirigir para o trabalho… fui até o meu novo futuro endereço,saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia… Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela “Desculpe Jane. Eu não quero mais me divorciar”.
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa “Você está com febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti “Desculpe,Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe”.
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama, morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio – e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher compartilhar para alguém, talvez salve um casamento. Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir…
Valorize quem realmente te ama … Pense nisso …

Discutindo a relação

Dizem que o casamento é uma relação em que um dos dois sempre está certo e o outro é o marido, é brincadeira, mas tem um fundo de verdade. Não gosto de desmerecer os homens. Eu gosto de homens, não imagino minha vida sem o meu exemplar, mas vamos combinar que eles dificilmente vão cometer o desatino de reclamar de nós pra nós mesmas, principalmente se eles sabem que isso pode provocar o apocalipse…

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E vamo combinar que nós gostamos de falar né? Mais que isso, a gente gosta dimontão de reclamar. Mais ainda, reclamar deles. Daí a gente não perde a oportunidade de fazer uma dr’zinha básica (que geralmente acontece no período da TPM) e acabar com a moral dele. E aí  ele começa a fugir disso como o chifrudo da cruz, porque sabe que DR nesse caso quer dizer: “falar mal de você pra você mesmo” ou “te culpar pela tragédia do nosso casamento”. No fundo eles tambem não gostam quando a gente fica reclamando deles, das coisas que fazem ou deixam de fazer, principalmente quando sabem que não podem ser honestos e falar o que pensam da gente, daí ou se calam e deixam a gente falando sozinha ou já começam a conversa na defensiva (porque sabem que vão ser acusados de algo) ou partem pra ignorancia (e começam a te jogar coisas “nada a ver” na cara) ou simplesmente começam a evitar qualquer situação que possa levar a uma DR – agora pensa na frustração de viver assim?! A única coisa não aceitável é a agressão – não há justificativa nem pra agressão verbal, nem física tá? Fora isso, o resto, chega a ser engraçado – quando não é trágico.
Meu marido tambem fugia das letrinhas. A comunicação entre nós chegou num ponto que ele pensava duas vezes antes de dizer “boa noite” quando chegava em casa do trabalho porque isso podia acabar em discussão. E como que a gente resolveu isso? Eu baixei minha bola. Entendi (e aceitei) minha parcela de responsabilidade no casamento e aprendi a ouvir o que ele tinha a dizer. Mas primeiro tive que conquistar a confiança dele, ora, como ele vai saber se realmente pode falar o que quiser sem criar uma crise ou piorar a que já estamos vivendo? Isso acontece aos poucos, não tem jeito. Comigo aconteceu enquanto fazia o programa de CCA, ele percebeu minhas mudanças e começou a se abrir mais. No começo é um choque ouvir seu marido reclamar de certas coisas, como eu disse lá em cima, ninguem gosta né? Mas minha auto estima estava boa e aprendi a superar, analisar e raciocinar, tambem com a ajuda dele. Aos poucos nos tornamos cúmplices, camaradas que podiam falar de tudo um pro outro e mais importante, a gente sempre entrava num acordo quando não concordavamos com algo. Não, as discussões não acabaram – elas fazem parte do casamento, acho mesmo que elas animam as coisas por aqui.
Meu conselho pra quem não consegue conversar com o parceiro é: primeiro fortaleça sua auto estima, senão qualquer coisa que ele disser vai te ferir profundamente, segundo, deixe ele sentir segurança em falar com você, aprenda a ouvir e pensar antes de responder, não atropele, nem interrompa enquanto ele estiver falando (o mesmo vale pra vocês viu meninos?), terceiro, não se faça de vítima, nem faça acusações, ameaças ou cobranças, seja objetiva, direta e muito franca consigo mesma antes de falar o que pensa e finalmente, esteja aberta a mudanças quando elas forem necessárias, porque não adianta perder tempo com DR se é pra continuar do mesmo jeito. Quanto a ele, se vai mudar ou não, depende só dele e da disposição em manter a relação – aí voce vê se vale a pena continuar investindo nele ou não…

Como salvar seu casamento

casamento

Imagem: lembrancinhasonline

Até um tempo atrás eu ficava irritada quando lia isso, achava meio absurdo deixar nas mãos da mulher a obrigação de salvar um relacionamento, hoje em dia nem tanto, continuo achando bobagem acreditar que uma calcinha provocante  vai salvar uma relação desgastada, sinceramente, só vai esquentar o clima e faze-los esquecer os problemas por um momento, mas eles vão continuar ali e assim que acabar o climão, vão sair debaixo da cama pra assombrar o casal novamente.
O que realmente salva um relacionamento é o diálogo. Não essa DR que só quer culpar o outro, levantar seus defeitos e os erros que ele comete. Mas uma conversa franca onde cada um tem espaço pra falar e disposição pra ouvir, sinceramente, o que o outro tem a falar. E se tiverem disposição pra mudar, melhorar o que não tá bom, porque cada um pode e deve assumir sua responsabilidade na relação, sem se preocupar com quem errou primeiro. Ninguem gosta de ouvir que está errado, mas a verdade é fundamental, é mais fácil apontar o dedo e julgar, do que baixar a guarda e aceitar. E a gente tem que lembrar que ninguem muda se não quiser, então, mesmo que o parceiro reconheça que erra, ele só vai mudar se quiser, não adianta ficar falando, cobrando ou acusando, se a gente vê que não dá mais pra conviver com certas coisas, melhor pular fora mesmo ou então, aceita de uma vez que a pessoa é assim e aprende a lidar com isso de forma positiva pra tocar a vida, porque se for pra desenterrar o problema de tempos em tempos, não dá né?

Tenham todos uma ótima semana!

Smiley piscando