“Que bom, agora posso correr!”

 

Essa foi a primeira coisa que disse pra médica, quando ela levantou o diagnóstico de fibromialgia. Não sabia, mas estava criando aí, com essa frase, um ponto de partida pra minha cura – ou pelo menos, pra melhora da minha saúde e qualidade de vida. E é nisso que me apego toda vez que a coisa fica feia (leia-se dolorosa): imagino meu objetivo sendo atingido, minha força fisica completamente restaurada e meu corpo funcionando na mais perfeita harmonia. Então, percebo que posso estender esses benefícios a outras áreas da minha vida, a experiência me ensinou que devo agir com cautela – mas agir! a pior coisa que se pode fazer em qualquer fase, qualquer  momento da vida, seja ele bom ou ruim, é ficar inativo. E as coisas começam a acontecer naturalmente, cada dia uma nova e pequena mudança, seja na alimentação, nos pensamentos ou na forma de tratar a mim mesma e os outros.

Namastê!

3 comentários

  1. Mas é difícil!!! Eu falo pelo que eu tenho que me faz ficar paradona. Não apetece fazer nada, só apetece cama e faço uma contraforça danada para contrariar estes desejos. Eu sei bem como isso é.
    Mas fico feliz por a Cris estar melhor. Que bom!
    Beijinhos querida e mais um para o Filipinho

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